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13.3.2018

 

Cinco anos da eleição do Papa Francisco

 

Hoje é dia de acção de graças pelo pontificado do Papa Francisco.

Um Papa vindo do fim do mundo para colocar as periferias no centro, tanto das preocupações da Igreja como da própria sociedade

O seu discurso directo sobre as mais variadas situações, onde não faltam os neologismos surpreendentes, a sua forma original de tratar os assuntos e a proximidade que revela todo o seu estilo de vida são originalidades de que a Igreja e a própria sociedade estavam a precisar.

As propostas que nos faz tanto nas suas duas exortações apostólicas (Evangelii Gaudium e Amoris Laetitia) como na encíclica Laudato si, de facto, não deixam ninguém indiferente.

No primeiro documento, faz, é certo, um programa para a vida interna da Igreja com considerações inovadoras, mas não deixa de inquietar os grandes da nossa sociedade, quando, por exemplo, diz expressamente que “esta economia mata”. E à Igreja diz-lhe, com clareza meridiana, que não existe por causa de si, daí a obrigação de ser sempre uma Igreja em saída ao encontro das mais variadas periferias.

No segundo e terceiro documentos lembra à Igreja, mas também à sociedade em geral dois assuntos determinantes para o presente e para o futuro da Humanidade, que são a família e a defesa das natureza em ordem ao ideal de juntos construirmos neste mundo uma casa comum para todos.

Ao abrir portas, nos últimos dias, para a canonização do Papa Paulo VI e do Bispo sul-americano Oscar Romero, deu mais uma importante indicação, para dentro e para fora da Igreja, da sua aposta nas grandes reformas que cio, Bispo da Guardados cristãoe,os seus prope tem de surgir no zseu caminho nior  Igreja. Sem ignorar as dificuldades que as reéé é necessário fazer. Sem ignorar as dificuldades que as reformas sempre envolvem, o Papa Francisco não tem desistido de as levar por diante. São exemplos a reforma da Cúria Romana e o esforço por combater os grandes males que continuam a existir no interior da Igreja, o mais falado dos quais, na comunicação social, tem sido o problema da pedofilia.

Hoje é dia para dar graças a Deus pelo Pontificado do Papa Francisco e também de oração para que as dificuldades que estão a aparecer não o demovam do propósito de levar a verdadeira reforma à vida da Igreja, dos cristãos e da própria sociedade.

 

+Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

publicado por dioceseguardacsociais às 09:34