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Secretariado Diocesano da Guarda dos Meios de Comunicação Social

O Secretariado Diocesano da Guarda dos Meios de Comunicação Social tem como finalidade promover o diálogo com os Meios de Comunicação Social locais, regionais e nacionais.

Secretariado Diocesano da Guarda dos Meios de Comunicação Social

O Secretariado Diocesano da Guarda dos Meios de Comunicação Social tem como finalidade promover o diálogo com os Meios de Comunicação Social locais, regionais e nacionais.

Agenda Episcopal de D. Manuel Felício

18.01.12, dioceseguardacsociais

De 22 a 28 de Janeiro, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, participa nas seguintes iniciativas:

Dia 22, Domingo: Encerramento de visitas pastorais em Vila Franca do Deão (9.00 horas), Alvendre (10.30 horas) e Sobral da Serra (12.00 horas); 16.00 horas – Na Covilhã, para encerrar a Missão para a Nova Evangelização (Celebração da Palavra).

Dia 23: 10.00 horas – Encontro de Bispos na Abrigada (Diocese de Lisboa) sobre Novos Movimentos eclesiais nas comunidades.

Dias 25 e 26: sempre com início às 10.00 horas e termo às 17.00 horas – Jornadas de formação do Clero, no Seminário Maior.

Dia 28: 18.00 horas – Na Paróquia de Erada para comemoração do cinquentenário da Igreja Paroquial.

 

 

Vaticano apresenta mensagem do Papa para Dia Mundial das Comunicações Sociais

18.01.12, dioceseguardacsociais

O Vaticano vai apresentar, no dia 24 de Janeiro, a mensagem de Bento XVI para o 46.º Dia Mundial das Comunicações Sociais, este ano dedicada ao tema ‘Silêncio e Palavra: caminho de evangelização’.

O documento, com versão portuguesa, é revelado em conferência de imprensa com a presença do presidente do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais (CPCS), D. Claudio Maria Celli.

O tema para a celebração de 2012, que se assinala a 20 de Maio, tinha sido divulgado pelo Vaticano em Setembro de 2011, altura em que o presidente do CPCS se encontrava em Portugal, para participar nas Jornadas Nacionais de Comunicação Social, promovidas pela Igreja Católica.

A mensagem do Papa vai ser conhecida, como é tradição, na festa litúrgica de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas.

A celebração Dia Mundial das Comunicações Sociais foi a única do género a ser instituída pelo Concílio Vaticano II (Decreto ‘Inter Mirifica’, 1963).

D. Manuel Felício - Sete anos de Ministério Episcopal na Diocese da Guarda

16.01.12, dioceseguardacsociais

D. Manuel Felício - Sete anos de Ministério Episcopal na Diocese da Guarda

 

Uma reflexão  e revisão pastoral diante dos diocesanos, pelo Bispo da Diocese

 

 

Cumprem-se hoje, dia 16 de Janeiro, sete anos de exercício do Minis­tério Episcopal que me foi confiado na Diocese da Guarda. Foi no dia 21 de Dezembro de 2004 que o então Papa João Paulo II me nomeou como Bispo Coadjutor e me enviou para a Diocese  da Guarda, no impedimento do Sr. D. António dos Santos, por razões de doença grave.

Lembro com profundo agrado o acolhimento caloroso que a Diocese dispensou, nesse dia frio de 16 de Janeiro de 2005,  àquele que o Se­nhor lhe enviava.

O primeiro ano, ou seja, a ano pastoral 2005-06, foi um ano para ten­tar conhecer, na vastidão territorial da nossa Diocese, aqueles que são os primeiros agentes da acção pastoral – os Sacerdotes. Procurei contactar cada um no seu próprio espaço de trabalho pastoral e ao mesmo tempo aperceber-me de quais eram os outros agentes pasto­rais que os acompanhavam no serviço das comunidades e também dos principais movimentos de apostolado implantados na nossa Diocese.

Dificuldades mais acentuadas comecei a senti-las ao terminar o pri­meiro ano pastoral da minha presença na Diocese, quando era ne­cessário prover aos diferentes cargos pastorais, a começar pela res­ponsabilidade na condução das paróquias e conjuntos de paróquias. E desde a primeira hora senti que se impunha a necessidade de todos nós – sacerdotes e povo de Deus no seu conjunto – evoluirmos da res­ponsabilidade pastoral concentrada na única pessoa do Pároco para a efectiva partilha de responsabilidades, numa Igreja entendida essen­cialmente como comunhão de ministérios ao serviço da comu­nhão dos fiéis. Reconheço que este tem sido um caminho difícil de percor­rer.

Os quatro anos seguintes (2006 a 2010) foram vividos com uma pre­ocupação de fundo, a qual  consistiu em repropor o Catecismo da Igreja Católica ao conjunto dos fiéis de toda a nossa Diocese, a começar pelos adultos e por aqueles que são praticantes regulares nas nossas comunidades. Procurámos que cada uma das quatro partes do Catecismo fosse objecto de formação na Fé dos cristãos adultos durante esses anos. E para atingirmos este objectivo elaborámos, com a colaboração de padres e leigos da nossa Diocese, um texto de apoio para cada ano. Não foi fácil fazer compreender aos fiéis que temos de passar à nova cultura da formação permanente também na Fé, a começar pelos adultos. Estamos, de facto, perante uma necessidade que o Povo Cristão continua a ter dificuldade em identificar e aceitar e nós sacerdotes confrontamo-nos com a dificuldade de fazer despertar os fiéis para esta importante realidade. Fomo-nos sentindo muito sobrecarregados com as solicitações imediatas que nos eram e são feitas predominantemente na área das celebrações. E esta realidade foi-se tornando tanto mais pesada quanto o número de paróquias teve de crescer em cada conjunto confiado ao mesmo Pároco, porque o número de sacerdotes foi diminuindo; isto, apesar de o número de pessoas, nos nossos meios, estar em progressiva queda. Na realidade , tivemos dificuldade em organizar o nosso tempo e a nossa agenda para dar à missão de ensinar, que o Senhor nos confia, o tempo e o investimento de energias de que ela precisa.

E numa primeira avaliação também eu sinto que os objectivos estabelecidos para a a recepção do Catecismo da Igreja Católica na Diocese não foram inteiramente atingidos.

Mas o facto é que essa experiência permitiu-nos entrar numa outra aventura pastoral, também de formação permanente dos nossos fiéis. Essa aventura foi a proposta feita a toda a Diocese, no conjunto das suas comunidades e serviços, para progredirmos todos no encontro com Cristo vivo, através do acolhimento da sua Palavra, no Evangelho de cada ano litúrgico e com o método dos grupos bíblicos.

Assim, no ano pastoral 2010-11, foi proposto a toda a Diocese o Evangelho de Mateus. No final do ano, ao fazer a nossa revisão, ve­rificámos que tivemos na Diocese a funcionar 60 grupos bíblicos, nos quais estiveram envolvidos participantes em número aproximado entre 700 e 800.

Não satisfeitos com os resultados conseguidos, no ano em curso, centrado no Evangelho de Marcos, sentimos que devíamos ensaiar uma reconvocação dirigida em primeiro lugar aos cristãos pratican­tes da Missa Dominical, mas também aos participantes ocasionais e ainda aos afastados e indiferentes.

Também sentimos que os primeiros agentes desta reconvocação têm de ser os sacerdotes e seus mais directos colaboradores pastorais. Estes têm de ser os primeiros a assumirem-se como discípulos do Mestre e também missionários da sua causa. Para nos ajudarem neste processo missionário de reconvocação, pedimos ajuda externa a dois institutos missionários – os Redentoristas e os Verbitas – que estão a trabalhar connosco. Com a sua ajuda, pretendemos atingir dois objectivos: a) mobilizar para a atitude missionária os agentes pastorais mais responsáveis, a começar pelos sacerdotes; b) sensi­bilizar cada comunidade cristã para a sua responsabilidade missio­nária de anunciar o Evangelho e convocar para o encontro com Cristo. A este processo chamamos “Missão para a Nova Evangeliza­ção”. Vivemos a esperança de que este esforço se traduza numa mai­or responsabilização de todos os agentes pastorais e também no aumento daqueles que se dispõem a aceitar o confronto com a Pala­vra de Deus e o consequente compromisso com a vida da comuni­dade cristã.

Com as visitas pastorais às 365 Paróquias da nossa Diocese, por arci­prestados, que comecei ainda no ano pastoral 2005-06, propus-me passar um dia de semana em cada paróquia e voltar no domingo seguinte para dar orientações na Missa Dominical. Este processo foi interrompido ao longo de todo o ano sacerdotal e espero que esteja terminado no final deste ano civil. Para as visitas pastorais há um objectivo prioritário estabelecido que é identificar em cada conjunto de Paróquias os cooperadores pastorais do mesmo Pároco e promo­ver a sua corresponsabilidade pastoral.

 

Durantes estes sete anos houve alguns marcos na vida da nossa Dio­cese que desejo recordar.

Um deles foi a assembleia geral do Clero realizada em 2010, em pleno ano sacerdotal. Nela foram apontados alguns caminhos que estão a marcar o ritmo pastoral da Diocese. Assim, depois e recomendar uma mensagem do Clero à Diocese, em ano sacerdotal, pediu a criação de um secretariado diocesano do Clero presidido por um vigário episco­pal para o Clero. Pediu ainda que fosse criado um serviço de apoio “jurídico-pastoral” às paróquias e seus agentes pastorais e ainda que oportunamente fosse também organizada uma assembleia de todo o povo de Deus da Diocese (de representantes do Povo de Deus, enten­da-se).

Também os nossos Seminários tiveram de sofrer transformações. Assim, o Seminário Maior procurou aprofundar a cooperação com os Seminários Maiores das outras três Dioceses que estão comprome­tidas com o mesmo Instituto Superior de Teologia, sediado em Viseu. Não foi fácil o ajustamento às novas circunstâncias e há vários aspectos da vida do Seminário que precisam de continuar a ser reflectidos. Também o Seminário Menor do Fundão sofreu uma grande mudança, quando as circunstâncias impuseram que deixasse de ter escola de ensino básico e secundário própria. Optámos pela solução de fazer do Colégio de Nossa Senhora dos Remédios, no Tortosendo, a escola do Seminário Menor e, de facto, é aí que os alunos seminaristas passam a maior parte do seu tempo, no dia a dia. Continua a precisar de reflexão o Seminário Menor nas actuais circunstâncias, incluindo a sua relação com o Pré-seminário ou Seminário em Família. A preocupação pela pastoral das vocações sacerdotais foi constante, embora continue com a consciência de que ela deve ser mais partilhada por todos os agentes pastorais, incluindo os sacerdotes.

Também houve esforço por dar atenção à realidade da vida concreta das pessoas que vivem neste nosso interior, mais ou menos raiano, sujeito a muitas pressões de esvaziamento e de algum abandono. Senti e continuo a sentir que não podemos silenciar as implicaç. Secontinuo a sentirara ajudar a encontrar caminhos de sustentabilidade para os nossos meios e defesa dos mais carenciados.ões do Evangelho como contributo para ajudar a encontrar caminhos de sustentabilidade para os nossos meios e defesa dos mais carenciados.

 

Olhando agora para a frente, vejo que precisamos de concentrar a nossa atenção principalmente nas seguintes prioridades pastorais:

 

  1º)A primeira é o nosso Presbitério. Precisamos de continuar a criar todas as condições possíveis para que o nosso Presbitério seja cada vez mais a Fraternidade Sacramental recomendada pelo Concílio. Sinto que nós sacerdotes precisamos de assumir com crescente cora­gem a nossa missão fundamental de educadores dos fiéis e das comu­nidades, evitando sempre dois extremos – o autoritarismo e a demis­são. Sinto também que temos de progredir na capacidade de trabalho em equipa – entre nós, com os diáconos e com os leigos, especialmen­te os nossos cooperadores pastorais mais directos.

 

2º)Dentro do grande objectivo pastoral que é criar comunhão de mi­nistérios ao serviço da comunhão da Igreja, temos de continuar a desenvolver todos os esforços para dar aos 18 diáconos permanentes ordenados para serviço da nossa Diocese o lugar que lhes compete na vida e acção pastoral das comunidades. Precisamos que o Directório sobre a vida e o ministério dos diáconos permanentes, sobretudo quan­to ás orientações que dá para as três diaconias – da caridade, da Palavra e da liturgia – seja de facto aplicado.

 

3º)Precisamos de continuar a repensar cada conjunto de paróquias confiado ao mesmo Pároco, admitindo que temos de fazer modifica­ções nesses conjunto e nas acções pastorais desenvolvidas dentro de cada um deles. Esse repensar está já em curso, dando cumprimento ao nosso programa pastoral para este ano e procurando envolver nele todos os órgãos de consulta e decisão da Diocese. Na mesma linha de preocupações, também queremos continuar a valorizar os arciprestados como instâncias de planeamento e acompanhamento pastoral, com participação de sacerdotes, diáconos (onde houver), leigos e comunidades religiosas (onde houver). Aqui o Conselho Pastoral Arciprestal, que estamos a promover com regulamento próprio, será um bom instrumento na medida em que formos ca­pazes de o pôr a funcionar. Também para permitir aos arciprestados assumirem estas novas funções, com a participação de leigos, a formação permanente do Clero passou do âmbito arciprestal para o da zona pastoral.

 

4º) Queremos dar cumprimento à indicação da última assembleia geral do Clero no sentido de convocar oportunamente uma assem­bleia de representantes de todo o povo de Deus da Diocese. As cir­cunstâncias aconselham que preparemos e realizemos este evento no quadro das comemorações do cinquentenário do Concílio Vaticano II, procurando avaliar como está a ser feita sua recepção na nossa Dio­cese. E isto também no contexto da vivência do ano da Fé proposto pelo Papa Bento XVI.

 

5º)  Sinto que temos de repensar constantemente a acção desenvol­vida pelos diferentes Secretariados e Departamentos de acção pastoral da Diocese e também dos diferentes movimentos, serviços e obras de apostolado que temos ao serviço da formação e vivência da Fé.

 

6º) A terminar, desejo dizer a todos, mas particularmente aos nossos padres e diáconos que coloco muita esperança na próxima assem­bleia geral do Clero calendarizada para o mês de Maio deste ano.

 

Guarda, 16 de Janeiro de 2012

 

+Manuel R. Felício, Bispo da Guarda.

Jornadas de formação do Clero

12.01.12, dioceseguardacsociais


As jornadas de formação do Clero da Guarda estão marcadas para 25 e 26 de Janeiro. Os trabalhos, que são orientados pelo Bispo de Ciudad Rodrigo, D. Raul Berzosa, decorrem no Seminário Maior.

Os trabalhos começam, em ambos os dias, às 10.00 horas e têm final previsto para as 17.00 horas.

O assunto das jornadas retoma o tema que tem ocupado a formação permanente dos padres da Guarda, e será sobre a Nova Evangelização e transmissão da Fé.

D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, explica que “os trabalhos serão orientados para terminarem com uma partilha sobre as novas formas de ser Igreja que a nova evangelização pede e os Lineamenta do próximo Sínodo indiciam”.

Agenda Episcopal de D: Manuel Felício

12.01.12, dioceseguardacsociais

De 15 a 21 de Janeiro, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, participa nas seguintes actividades: Dia 15, domingo: 9.30 até 13.00 horas - Encerramento de Visitas Pastorais nas Paróquias de João Antão, Santana d´Azinha e Panoias.

Dia 16: 15.00 horas – Visita Pastoral à paróquia de Sobral da Serra;

Dia 17: 15.00 horas – Visita Pastoral à paróquia de Vila Franca do Deão;

Dia 18: 15.30 horas – Visita Pastoral à paróquia de Rocamonde;

Dia 19: 15.30 horas – Visita Pastoral à paróquia de Avelãs de Ambom;

Dia 20: 15.30 horas – Visita Pastoral à paróquia de Alvendre;

Dia 21: 8.30 horas – No Seminário Maior; 14.30 horas – Conselho Pastoral Diocesano (Centro Apostólico); Celebrações dominicais vespertinas em Rocamondo (17.30 horas) e Avelãs de Ambom (19.00 horas).

 

Actividades do Secretariado da Liturgia, em Janeiro

12.01.12, dioceseguardacsociais

Em Janeiro, o Secretariado da Liturgia da Diocese da Guarda promove as seguintes actividades: dia 21 (Sábado), entre as 10.00 e as 17.000 horas, no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos, na Guarda, haverá formação permanente de Ministros Extraordinários da Comunhão; dia 28 (Sábado), das 10.30 às 13.00 horas e das 14.00 às 17.30 horas, no Seminário da Guarda, terá lugar o Encontro de Directores de Coro e Cantores, sobre o tema “O canto do Tempo da Quaresma e da Páscoa”.

 

Assembleia Geral do Instituto e da Fundação Nun’Álvares

12.01.12, dioceseguardacsociais

O Instituto Diocesano de Comunhão e Partilha e a Fundação Nun’Álvares, instituições da Diocese da Guarda de cariz social de apoio aos padres, vão reunir em Assembleia Geral, no dia 25 de Janeiro. A reunião está marcada para as 15.30 horas, no Seminário da Guarda e coincide com a realização das Jornadas de formação do Clero.

Da agenda faz parte o Relatório de contas do ano de 2011, as propostas para o ano de 2012 e a eleição dos Corpos Gerentes para o triénio de 2012-2015.

Semana de oração pela unidade dos cristãos

12.01.12, dioceseguardacsociais

De 18 a 25 de Janeiro, terá lugar a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Foi preparado um texto de apoio para esta semana baseado na passagem bíblica de S. Paulo aos Coríntios “Todos seremos transformados pela vitória de Nosso Senhor Jesus Cristo”. O guião apresenta celebrações e intervenções para cada um dos dias deste Oitavário. A preocupação pela unidade da Igreja, em cumprimento da vontade do próprio Cristo, que pediu ao Pai para que todos sejamos um, deve ser também a preocupação de todas e cada uma das comunidades paroquiais. O guião está à venda na Casa Véritas.

Padre Manuel Ferreira publica livro sobre a Acção Católica

12.01.12, dioceseguardacsociais

“A Evangelização no Século XXI – A Acção Católica ainda será actual?” é o título do livro do padre Manuel da silva Ferreira. Impresso nas Oficinas de São Miguel – Guarda e com edição do autor, este livro “foi escrito, intencionalmente, para os Cristãos Leigos, na certeza de que os sacerdotes, pela sua formação teológica e pastoral, têm, legitimamente, exigências superiores”.

O livro é destinado a Militantes da A.C., e aos Cristãos comprometidos, que, possuidores de formação básica possam compreendê-lo e utilizá-lo, adaptando-o ao nível dos «evangelizandos», e que, por haverem já encontrado, pessoalmente, o Senhor Jesus Cristo, Único Salvador, desejem ajudar outros Irmãos, não só a conseguirem a mesma graça, mas a tornarem-se também evangelizadores”.

Escutismo celebra 85 anos na Região da Guarda

06.01.12, dioceseguardacsociais
Escutismo celebra 85 anos na Região da Guarda
A Região da Guarda do Corpo Nacional de Escutas – Escutismo Católico Português, inicia, na cidade da Covilhã, amanhã (7 de janeiro) a celebração dos seus 85 anos de vida.
O programa do  evento é o seguinte:
14:30h – Acolhimento (junto à casa do escuteiro)
14:45h – Hastear das bandeiras (junto à casa do escuteiro)
15:00h – Eucaristia (Igreja de Nossa Senhora da Conceição) presidida pelo Assistente Regional o Pe. José Manuel Dias Figueiredo
16:00h Sessão Solene (Teatro Municipal da Covilhã), estando previstas alocuções do Chefe Regional do CNE – António Bento Duarte, um membro da comissão organizadora – Chefe Paulo Rodrigues, um membro da autarquia, e o chefe nacional do CNE – Carlos Alberto Pereira.
17:00h - Porto de honra
O Escutismo tem na Diocese da Guarda 24 agrupamentos ativos, 250 dirigentes e 1200 escuteiros tendo a sua sede na cidade da Covilhã.