D. Manuel Felício recebeu, em audiência, na Casa Episcopal, no dia 17 de Novembro, a União dos Sindicatos de Castelo Branco.

A responsabilidade social dos trabalhadores enquanto cidadãos na hora de fazer face à grave crise que o país atravessa, foi o tema da agenda.

Ficou claro, nesta audiência, que é preciso encontrar um novo modelo de desenvolvimentio que seja mais inclusivo de todos e menos penalizante para os mais desfavorecidos.

 

Ficou também claro que a economia em geral e os métodos de produção em particular sem ética são de rejeitar, pois ficam automaticamente sujeitos à lei do mais forte.

 

No rescaldo do encontro D. Manuel Felício adiantou que “é preciso pedir aos responsáveis pela administração pública que o aperto de cinto que a todos nos está a ser imposto sirva prioritariamente para introduzir os desempregados, em número que continua crescente, de novo no processo de produção e para que se possa abrir a porta de entrada no mundo do trabalho, que é mais do que o mundo do emprego, aos jovens, que, em grande número, estão fora dele e alguns com cursos superiores, mas sem a possibilidade de porem a render as suas competências”.

 

Acrescentou que é preciso “pedir a quem nos governa que faça uma distribuição mais equitativa dos sacrifícios que a todos nos estão a ser pedidos”.

publicado por dioceseguardacsociais às 10:25