Jornadas de Formação sobre a dimensão evangelizadora e missionária do ministério ordenado

27.01.10

“A dimensão evangelizadora e missionária do Ministério Ordenado” é o tema das Jornadas de Formação do Clero da Diocese da Guarda, marcadas para 3 e 4 de Fevereiro, no Seminário da Guarda.

“As jornadas de Formação do Clero, acontecendo em Ano Sacerdotal, desejamos que elas sejam um contributo valioso para juntos redescobrirmos a importância do dom que recebemos na nossa ordenação” refere D. Manuel Felício, em carta enviada aos padres e diáconos da Diocese. E acrescenta: “Queremos que sejam dois dias essencialmente de encontro entre nós, na reflexão e na oração, para mutuamente nos ajudarmos a redescobrir os caminhos novos que este dom recebido nos manda percorrer”.

 

No primeiro dia será abordada a dimensão evangelizadora e missionária do Ministério Ordenado. Os trabalhos serão orientados pelo Padre António Gomes Dias, Provincial dos Redentoristas. O segundo dia terá como ponto de partida o Simpósio Nacional do Clero, nomeadamente as propostas feitas pelo Beneditino alemão, Padre Anselm Grün. Este tema será apresentado pelo Padre José Brito, da diocese da Guarda. Durante as Jornadas de Formação “haverá um tempo para dar a conhecer alguns dados sobre a Assembleia Geral do Clero, que está em preparação”.

 

As Jornadas terão início, no dia 3 de Fevereiro, às 10.00 horas, com Hora Intermédia, Segue-se, às 10.30 horas, Dimensão Evangelizadora e Missionária do Ministério Ordenado (Padre António Gomes Dias); 12.00 horas, concelebração Eucarística; 13.00 horas, almoço; 14.30 horas, Dimensão Evangelizadora e Missionária do Ministério Ordenado; 16.00 horas, oração conclusiva dos trabalhos.

Dia 4 de Fevereiro: 10.00 horas, Hora Intermédia; 10.30 horas, Propostas do Padre Anselm Grun no Simpósio do Clero, apresentadas pelo Padre José Brito; 12.00 horas, concelebração Eucarística; 13.00 horas, almoço; 14.30 horas, primeira apresentação de dados já existentes sobre a assembleia Geral do Clero, em preparação; 16.00 horas, Oração conclusiva dos trabalhos.

publicado por dioceseguardacsociais às 12:24

Formação permanente e curso para Ministros Extraordinários da Comunhão

20.01.10

O Secretariado Diocesano da Liturgia vai promover formação permanente e novos cursos para Ministros Extraordinários da Comunhão.

 A formação permanente (“reciclagem”), que será das 10.00 às 17.00 horas, começou no Tortosendo (Verbo Divino), e continua no próximo sábado, 23 de Janeiro, em Gouveia (Rainha do Mundo) e 6 de Fevereiro de 2010, na Guarda (Centro Apostólico).

O Curso para Novos Ministros está programado para 27 e 28 de Fevereiro, na Guarda, no Centro Apostólico.

publicado por dioceseguardacsociais às 17:42

Convívio Fraterno no Seminário do Fundão

20.01.10

De 12 a 15 de Fevereiro, vai decorrer, no Seminário do Fundão, um Convívio Fraterno. Esta iniciativa começa às 21.00 horas do primeiro dia e termina no dia 15 de Fevereiro, a partir das 20.00 horas, com o encerramento.

De acordo com a equipa coordenadora, que integra os padres Gilberto Antunes e Luís Campos, “o encerramento é aberto ao público, podendo estar presentes outras pessoas que venham apoiar os novos convivas”.

Em comunicado enviado aos padres da Diocese explicam que “o Convívio Fraterno tem como destinatários rapazes e raparigas que tenham, no mínimo 17 anos de idade, ou, excepcionalmente, outras idades próximas que revelem maturidade suficiente. Esse critério deve ser discernido e bem avaliado pelo pároco em todas as situações”.

A equipa coordenadora pede que “os participantes sejam esclarecidos da responsabilidade a ter, do respeito pela casa que os vai receber e pela aceitação das orientações dadas pela equipa Coordenadora responsável”.

As inscrições são limitadas devido à logística, podendo haver quatro participantes por paróquia. Os interessados em participar devem fazer a respectiva inscrição (50 euros), até ao dia 5 de Fevereiro.

No documento de divulgação e promoção deste Convívio Fraterno, enviado aos padres, a Equipa Coordenadora refere: “Contamos com a sua generosa colaboração na divulgação e angariação de participantes para este Convívio Fraterno. É uma experiência de primeiro anúncio que tem como objectivo despertar os nossos jovens para a fé, orientando-os sempre para a vivência comunitária da fé que os leve a reflectir sobre si próprios, os outros e Deus”.

publicado por dioceseguardacsociais às 17:41

Mensagem de Natal 2009 do Bispo da Guarda

07.01.10
publicado por dioceseguardacsociais às 17:29

Diocese prepara Assembleia Geral do Clero

06.01.10

A Diocese da Guarda vai realizar uma Assembleia Geral do Clero, durante o Ano Sacerdotal que está a decorrer até 19 de Junho. A iniciativa foi pedida durante o último Conselho Presbiteral que se realizou, no final de Novembro de 2009.

Tendo em vista a promoção e organização da Assembleia Geral do Clero foi constituída uma comissão que integra os seguintes elementos: Cónego Mário de Almeida Gonçalves; Padre Fernando Brito dos Santos; Cónego Manuel Alberto Pereira de Matos; Padre Alfredo Pinheiro Neves; Padre Joaquim Cardoso Pinheiro; Padre Sérgio Paulo Duarte Mendes; Padre Valter Tiago Salcedas Duarte.

 

Esta comissão reuniu recentemente e determinou que “a Assembleia Geral do Clero, tanto na sua concretização final como na sua preparação, seja um espaço aberto e livre para todos manifestarem as suas aspirações, preocupações, problemas sentidos e possíveis soluções”.

Tendo em vista a preparação da Assembleia, ficou também determinado que as reuniões de formação do clero, por cada uma das 4 zonas pastorais, previstas para 20, 21, 27 e 28 de Janeiro, sejam substituídas por reuniões do mesmo clero, por grupos etários, a fim de fazer o primeiro levantamento dos assuntos que devem ser levados à Assembleia Geral do Clero.

 

Os Padres serão convocados por grupos etários: até aos 30 anos; dos 31 aos 40 anos; dos 41 aos 50 anos; dos 51 aos 60 anos; dos 61 aos 70 anos; dos 71 aos 80 anos; e mais de 80 anos. Durante as reuniões serão pedidas sugestões sobre a melhor data para a qual deverá ser convocada a Assembleia Geral do Clero, assim como os passos intermédios a dar tendo em vista o sucesso dos trabalhos.

 

Na apresentação da Assembleia Geral do Clero, em carta enviada aos padres da Diocese, D. Manuel Felício refere: “Desde já manifesto a minha antecipada gratidão, em nome da nossa Diocese e do nosso Clero, por todo o empenho de cada um para que juntos encontremos os melhores caminhos e as melhores formas de darmos cumprimento, nas actuais circunstâncias da Igreja e do Mundo, ao Ministério que nos está confiado”.

publicado por dioceseguardacsociais às 10:32

Formação permanente e curso para Ministros Extraordinários da Comunhão

06.01.10

O Secretariado Diocesano da Liturgia vai promover formação permanente e novos cursos para Ministros Extraordinários da Comunhão.

A formação permanente (“reciclagem”), que será das 10.00 às 17.00 horas, terá lugar a 9 de Janeiro de 2010, no Tortosendo (Verbo Divino), 23 de Janeiro de 2010, em Gouveia (Rainha do Mundo), 6 de Fevereiro de 2010, na Guarda (Centro Apostólico). Horário: 10H00 – 17H00.

O Curso para Novos Ministros está programado para 27 e 28 de Fevereiro, na Guarda, no Centro Apostólico.

publicado por dioceseguardacsociais às 10:31

Curso de iniciação de Catequese

06.01.10

O Departamento da Educação Cristã da Infância e Adolescência vai realizar mais um Curso de Iniciação de Catequese.

A iniciativa está marcada para 9, 10 e 16 de Janeiro, na Casa de S. José, em Seia, e tem como destinatários os catequistas, futuros catequistas da zona pastoral oeste (arciprestados de Celorico da Beira, Gouveia e Seia).

Os trabalhos começarão, nos dias 9 e 16, pelas 9.30 horas e pelas 15.00 horas, no dia 10. Os interessados em participar devem fazer a inscrição junto dos párocos.

publicado por dioceseguardacsociais às 10:30

Dia Mundial da Paz

04.01.10

Homilia do Dia 1 de Janeiro de 2010, na Sé Catedral da Guarda

 

Hoje cumpre-se a 43ª edição do Dia Mundial da Paz.

Na sua mensagem para este dia, o Santo Padre Bento XVI convida-nos a reflectir sobre o respeito que devemos a toda a criação para que a paz seja possível.

E este convite chega a todos nós, quando estamos ainda sob os efeitos da desilusão provocada pela cimeira de Copenhaga, onde os senhores do mundo não foram capazes de se entender sobre opções básicas a fazer para garantir a sustentabilidade da natureza e consequentemente o futuro da Humanidade.

Os interesses imediatos sobretudo dos países mais desenvolvidos sobrepuseram-se ao Bem Comum da Humanidade.

É neste contexto que ganham novo vigor as recomendações e os apelos do Papa na sua mensagem para este dia. De facto, ninguém pode ficar indiferente perante os dramas humanos derivados das alterações climáticas, da desertificação, com perda de vastas áreas agrícolas, assim como da poluição dos rios e de importantes lençóis de água.

Por sua vez, este e outros dramas afins colocam-nos a seguinte pergunta de fundo: Afinal o que é verdadeiramente desenvolvimento? Será desenvolvimento promover, a qualquer preço, o consumo desenfreado dos recursos naturais? Poder-se-á desligar o bem físico da pessoa do seu bem espiritual e de relação seja com as outras pessoas seja com a própria natureza?

A Mensagem do Papa XVI apela a uma revisão profunda do modelo de desenvolvimento que nos está a ser proposto; apela à própria economia para que repense os seus objectivos e seja capaz de corrigir as disfunções e deturpações que, em muitos casos, tem levado à vida das pessoas; apela à consciência de pessoas e grupos para que levem a sério a crise cultural e moral do ser humano na actualidade, cujos sintomas há muito se manifestam por toda a parte. De facto, e este parece ser o pano de fundo de toda a mensagem, não pode desligar-se a ecologia da natureza da ecologia humana. Por outras palavras, o respeito pela natureza depende, em larga escala, dos valores morais assumidos ou não pelos seres humanos; por sua vez, quando a natureza não é respeitada a consequência são os sinais da sua relativa vingança, que todos conhecemos, com repercussão negativa na vida dos seres humanos.

Entre os valores morais que mais determinam a prática equilibrada da relação com a natureza e do legítimo aproveitamento dos seus recursos, o Papa sublinha sobretudo dois: a sobriedade e a solidariedade. Com a sobriedade quer-se dizer que temos de modificar os nossos hábitos de consumo, temos de aceitar que precisamos de consumir menos do que estamos a consumir para não esgotarmos os recursos da natureza.

Com o valor da solidariedade, queremos levar a sério o princípio de que Deus criou os recursos naturais para todos os seres humanos, aqueles que hoje vivemos e também para as gerações futuras. Temos, assim, a obrigação moral de praticar a solidariedade com todos os homens e mulheres da geração actual, a começar pelos mais pobres, mas também com as gerações futuras.

E o Papa não foge às dificuldades inerentes à aplicação concreta dos dois princípios morais enunciados. Selecciona, por isso, duas áreas especialmente sensíveis para a programação do futuro das nossas sociedades.

Uma delas são as energias renováveis e a gestão da água; a outra é a importância para o desenvolvimento sustentado e equilibrado que continua a ter a agricultura e o mundo rural. Sobre este último ponto faz as seguintes recomendações, que se aplicam, a título especial, aos nossos ambientes, de facto, em processo acelerado de relativa desertificação.

Diz ele: “Devem procurar-se apropriadas estratégias de desenvolvimento rural centradas nos pequenos cultivadores e nas suas famílias, sendo necessário também elaborar políticas idóneas para a gestão das florestas... Para isso são necessárias políticas nacionais ambiciosas... que trarão importantes benefícios sobretudo a médio e a longo prazo”.

Quando entre nós se continua a verificar o processo de desactivação das grandes empresas que colocam no desemprego centenas e centenas de pessoas, temos legitimidade para exigir, neste momento, as tais políticas nacionais ambiciosas a que se refere o Papa. Elas passam principalmente pela criação de condições que possam mobilizar as pessoas para iniciativas capazes de aproveitar, de facto, os recursos que temos nos nossos ambientes.

 

Esperamos que o Ano Europeu de luta contra a pobreza e a exclusão social, que hoje mesmo se inicia, seja realmente vivido por todos nós na procura de soluções inovadoras capazes de entusiasmar também os que são pobres na luta contra a pobreza.

 

+Manuel Felício, B. da Guarda.

publicado por dioceseguardacsociais às 11:26

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