A Guarda assinala aniversário com lançamento do livro “Palavras Guardadas”

16.05.12

Primeiro número do Jornal saiu a 15 de Maio de 1904

A Guarda assinala aniversário com lançamento do livro “Palavras Guardadas”

 

O lançamento do livro “Palavras Guardadas”, de José Augusto Sacadura Garcia Marques, vai assinalar o 108º aniversário do Jornal A Guarda. A cerimónia está marcada para hoje, dia 16 de Maio, às 18.00 horas, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço.

O autor é colaborador, desde Setembro de 2008, do jornal “A GUARDA”, onde foram publicadas as crónicas agora reunidas neste livro.

José Augusto Sacadura Garcia Marques nasceu em Lisboa em 1942, considera-se, porém, um filho da Guarda, onde fez a instrução primária e parte do liceu. Com seus pais, ambos naturais do distrito da Guarda, foi para Lisboa, onde completou o ensino secundário no Liceu Camões, tendo-se licenciado em Direito na respectiva Faculdade da Universidade Clássica, em 1964. Seguiu a carreira da magistratura, foi Delegado do Procurador da República e Juiz de Direito.

 

O primeiro número do Jornal A GUARDA saiu a 15 de Maio, de 1904, e, desde essa data, tem sido um defensor das gentes e da região da Guarda. Ao longo de mais de um século de existência, o Jornal A GUARDA tem contado com a colaboração de muitos amigos e benfeitores, como é o caso do autor do livro “Palavras Guardadas.

 

A Guarda apareceu como boletim quinzenal com secções de pastoral, homilética, religiosa, cientifica, literária e noticiosa, sendo publicado sob a protecção do Arcebispo - Bispo D. Manuel Vieira de Matos.

A impressão dos primeiros números foi feita no Porto, na Tipografia Católica de José Frutuoso da Fonseca.

A redacção do jornal funcionava no Seminário Maior da Guarda, custando a assinatura 500 reis.

 

publicado por dioceseguardacsociais às 10:34

Mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012

16.05.12

Mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012

 

Silêncio e palavra: caminho de evangelização

Amados irmãos e irmãs,

Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspeto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.

 

O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.

 

Grande parte da dinâmica atual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.

 

No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que deem sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de céticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).

 

Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem atual não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do Omnipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus, Palavra Encarnada. (...) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio» (Exortação apostólica pós-sinodal Verbum Domini, 30 de setembro de 2010, n.º 21). No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no Sábado Santo – quando «o Rei dorme (…), e Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos» (cfr Ofício de Leitura, de Sábado Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.

 

Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora» (Homilia durante a concelebração eucarística com os membros da Comissão Teológica Internacional, 6 de outubro de 2006). Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de «anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o seu dom de amor total que salva.

 

Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina realiza-se por meio de «ações e palavras intimamente relacionadas entre si, de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido» (Constituição dogmática Dei Verbum, 2). E tal desígnio de salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.

 

Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da ação comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens Italianos em Loreto, 1-2 de setembro de 2007), confio toda a obra de evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.

 

Vaticano, 24 de janeiro – dia de São Francisco de Sales – de 2012.

BENEDICTUS PP XVI

publicado por dioceseguardacsociais às 09:48

Dia Diocesano da Família

09.05.12

No dia 20 de Maio, dia que encerra a Semana da Vida, o Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar da Diocese da Guarda promove o VI Dia Diocesano da Família. A iniciativa, que este ano vai decorrer no arciprestado de Seia, pretende “proporcionar às famílias cristãs da diocese um tempo festivo e de convívio com outras famílias”, explica o padre Joaquim António Duarte, responsável pelo Secretariado. E acrescenta: “Todos os anos o Secretariado da Família tem procurado promover este dia nas diferentes zonas pastorais da diocese. Este ano escolhemos, o arciprestado de Seia e integrámos o Dia da família dentro das V Jornadas do conhecimento, que têm por tema Família caminho de Comunhão”.

Nesse dia,” os casais que celebram as bodas de prata ou ouro matrimoniais serão agraciadas com uma bênção especial no jubileu dos vinte e cinco ou cinquenta anos do seu matrimónio”.

O Dia Diocesano será celebrado junto à Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em Seia e tem início marcado para as 14.30 horas, com o acolhimento e inscrição dos casais a celebrar 25 ou 50 anos de matrimónio. O programa continua às 15.00 horas, com a Missa presidida por D. Manuel Felício, com a bênção dos casais em jubileu. Um pequeno concerto musical, jogos tradicionais, uma celebração Mariana e um lanche partilhado, são outros dos momentos que preenchem o Dia Diocesano da Família.

 

publicado por dioceseguardacsociais às 10:09

Agenda episcopal de D. Manuel Felício

09.05.12

De 13 a 19 de Maio, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, participa nas seguintes iniciativas:

Dia 16, quarta-feira: 15.00 horas – Visita Pastoral em Carragosela (Seia).

Dia 17: Visita Pastoral no Sabugueiro (Seia).

Dia 18: 10.30 horas – na Escola Secundária de Seia para participar no programa das jornadas do conhecimento; 15.00 horas – Visita Pastoral em Santiago (Seia).

Dia 19: Das 8.30 às 13.00 horas – No Seminário Maior; 15.30 horas – No Centro de Acolhimento de S. João de Deus (assembleia de sócios); 18.30 horas – na Paróquia de Teixoso.

publicado por dioceseguardacsociais às 10:09

Casa da Fazenda da Esperança é inaugurada no primeiro domingo de Maio

02.05.12

Maçal do Chão – Celorico da Beira

Casa da Fazenda da Esperança é inaugurada no primeiro domingo de Maio

 

A inauguração da Casa da Fazenda da esperança em Maçal do Chão, concelho de Celorico da Beira, terá lugar no dia 6 de Maio. “Depois de mais de três anos de preparação, e com a ajuda e oração de muitas pessoas, conseguimos terminar a Casa da Fazenda da Esperança em Maçal do Chão, podendo ajudar jovens que estão no vício das drogas e do álcool, etc. Devolvendo assim a vida e a esperança a cada um deles”, refere o texto, do convite da Família da Esperança, para este acontecimento.

O programa da inauguração começa, às 11.00 horas, com o acolhimento, seguindo-se, meia hora mais tarde, um encontro com os Fundadores da Obra Fazenda da Esperança, Frei Hans Stapel e Nelson Giovanelli. Durante a tarde, a partir das 14.00 horas, haverá músicas e testemunhos dos jovens da Fazenda da Esperança. Às 15.30 horas, o Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, preside à celebração da Missa, a que se seguirá a Procissão do Santíssimo, a bênção da Casa e da Capela. O programa termina com um momento de convívio.

Para preparar a inauguração da casa, estão em maçal do Chão, desde o início de Abril, oito jovens da Família da Esperança, seis brasileiros e dois alemães. Têm uma dupla missão: por um lado, colaborar no acabamento e embelezamento da casa, onde já é assinalável o seu criativo e dinâmico contributo; por outro, têm passado por diversas comunidades cristãs, divulgando o espírito que anima esta Obra e dando o seu testemunho de vida. Já estiveram, até ao momento, em comunidades do arciprestado de Celorico da Beira, em Trancoso e na cidade da Guarda.

O projecto Fazenda da esperança nasceu no Brasil na década de 80. Actualmente, já são mais de dez os países onde o projecto se encontra em funcionamento. A partir do dia 6 de Maio, Portugal será o próximo país a ter um espaço que pretende ajudar os dependentes a ultrapassar os seus vícios.

A Casa da Fazenda da Esperança em Maçal do Chão foi construída com a generosidade das pessoas e sem apoios estatais, sendo o investimento de cerca de 450 mil euros.

Ao todo a casa vai poder acolher 14 pessoas e ainda quatro voluntários. O prazo para a reabilitação é de um ano, e tem por lema: “Quem tem esperança vive diferente”.

Na concretização deste projecto, em maçal do Chão, tiveram um papel determinante os padres José Manuel Martins de Almeida e Carlos Manuel Gomes Helena, ambos do presbitério da diocese da Guarda.

 

publicado por dioceseguardacsociais às 12:17

Agenda episcopal de D. Manuel Felício

02.05.12

Agenda episcopal de D. Manuel Felício

 

De 5 a 12 de Maio, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, participa nas seguintes iniciativas:

Dia 5: 17.00 horas – Celebração da Confirmação na Paróquia de Colmeal da Torre; 20.00 horas – Celebração no Jarmelo, no quadro da Visita Pastoral.

Dia 6 de Maio, Domingo: 10.00 horas – Celebração na Igreja de S. Miguel (Guarda), no encerramento da visita Pastoral; 12.00 horas – Celebração da Confirmação na Paróquia da Castanheira, Arciprestado do Rochoso; 15.00 horas – Chegada a Maçal do Chão, Arciprestado de Celorico para, às 15.30 horas presidir à Eucaristia, na inauguração da “Fazenda da Esperança”.

Dia 8: 15.00 horas – Visita Pastoral em Girabolhos (Seia).

Dia 9: 10.00 horas – No Seminário do Fundão para participar no encontro de formação do Clero, zona pastoral Sul; 15.00 horas – Em Tourais para Visita Pastoral.

Dia 10: 10.00 horas – No Seminário Maior da Guarda, para participar no encontro de formação do Clero; 15.00 horas – Em Paranhos da Beira, Visita Pastoral.

Dia 11: 10.00 horas – Na Escola Secundária de Seia, encontro com alunos e professores.

publicado por dioceseguardacsociais às 12:16

Banda Jota em concerto na Casa de Saúde Bento Menni

18.04.12

Guarda - Banda Jota em concerto na Casa de Saúde Bento Menni

 

A Banda Jota vai actuar na Guarda, na Casa de Saúde Bento Menni, no dia 22 de Abril, às 17.00 horas. O concerto tem como finalidade a angariação de fundos para as obras de reconstrução da Capela do Mileu, Guarda.

A Banda Jota nasceu em 2003 como um projecto de música de inspiração cristã do DPJG (Departamento Diocesano da Pastoral Juvenil da Guarda).

O primeiro desafio foi a participação no Fórum Juvenil organizado Pastoral Juvenil da diocese da Guarda.

A Banda, formada por jovens provenientes de vários pontos da diocese da Guarda, na sua maioria inseridos em grupos de jovens ou em actividades pastorais, assume o objectivo de testemunhar Jesus através da música, de manifestar o Seu amor, e de ser Instrumento de Evangelização. Neste momento é composta por dois padres e sete leigos, e têm-se feito acompanhar de um jovem rapper.

No início do mês de Janeiro, a Banda Jota esteve a gravar, em Seia, as vozes do novo álbum que trará essencialmente temas para a animação eucarística. As gravações estiveram a cargo do produtor da Banda, David Neutel, responsável também pelos arranjos de back-vocals. A banda criou recentemente uma página no facebook, onde colocou fotos e filmes destas gravações. 

publicado por dioceseguardacsociais às 12:18

Agenda Episcopal de D. Manuel Felício

18.04.12


Até 21 de Abril, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, participa nas seguintes iniciativas:


Dias 16 a 19: Plenário da Conferência Episcopal, em Fátima.

Dia 19: Viagem a Angola, Diocese do Sumbe, onde a Diocese da Guarda tem uma comunidade de Irmãs da Liga dos Servos de Jesus, em cooperação missionária com a Diocese local. Regresso em 1 de Maio.

 

publicado por dioceseguardacsociais às 12:17

Festival JOTA 2012

04.04.12

A quinta edição do Festival JOTA vai ocorrer na cidade de Braga, de 20 a 22 de Julho.

Estão garantidas as presenças dos Portugueses Claudine Pinheiro e “Mendigo de Deus” num espaço “lounge” onde a oração será fio condutor, os evangélicos David Neutel e “Coração Profético”, que acabaram de lançar novos cds,  a “Banda Missio” que foi a banda vencedora em 2010 do “Teu Palco”, um espaço para bandas mais amadoras, os estreantes “Luz Jovem”, que lançaram há pouco o seu primeiro cd, e o já bastante conhecido Padre Victor. A anfitriã Banda Jota estará presente com o novo álbum que está para lançar. O cartaz conta ainda com o rock da banda Kenosis e o famosíssimo Don Jose, e os italianos Nuova Civiltá e o mais conhecido artista desse país, Roberto Bignoli. A organização espera ainda poder revelar mais surpresas até às datas do festival.

O Festival JOTA é uma iniciativa do Departamento da pastoral Juvenil da Diocese da Guarda e tem como Director Artístico o Padre Jorge Castela.

publicado por dioceseguardacsociais às 15:01

Semana Santa - Tríduo Pascal na cidade da Guarda

04.04.12

Quinta-feira Santa – 5 de Abril

Dia da Eucaristia, do Sacerdócio e do Mandamento Novo.

10.30 horas - Missa  Crismal: Concelebração do Clero com o Bispo Diocesano. Renovação dos compromissos sacerdotais. Consagração e bênção dos santos óleos; 19.00 horas - Missa da Ceia  do Senhor, com o rito do lava-pés. Ofertas para os pobres. Procissão com o Santíssimo Sacramento (no interior da Sé).

Sexta-feira Santa - 6 de Abril

Celebração da Paixão do Senhor. Dia de jejum e abstinência.

9. 30 horas - Ofício de Leitura de Laudes; 17.30 horas - Acção litúrgica: liturgia da Palavra; adoração da Santa Cruz e Sagrada Comunhão. Ofertas para os Lugares Santos; 21.30 horas - Procissão evocativa da morte e sepultura do Senhor e pregação na Igreja da Misericórdia.

Sábado Santo - 7 de Abril

A Igreja medita na Paixão e morte do Senhor.

9. 30 horas - Ofício de Leitura de Laudes; 22.00 horas - Vigília Pascal: Liturgia da luz, com bênção do lume novo e do círio pascal. Liturgia da Palavra. Liturgia baptismal, com bênção da água e renovação das promessas do baptismo.

 

Nota: Por disposição da Igreja, a adoração da Cruz (Sexta-feira Santa e a renovação das promessas do Baptismo - Vigília Pascal têm indulgência plenária).

publicado por dioceseguardacsociais às 15:00

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